Ciço, um amante do futsal

Por João Paulo Fontoura • Pato Branco | PR


Jefferson Rodrigues de Brito é daqueles caras que ao olhar o currículo, é preciso parar para analisar uma trajetória tão extensa e vitoriosa ao longo dos 38 anos de idade. Ciço corre atrás da bola pesada desde moleque. Até hoje foram 15 clubes na carreira, inúmeras conquistas coletivas e individuais. No bate papo a seguir ele conta a ideia de olhar para frente e contribuir ainda mais com esporte o qual se diz apaixonado.

Enquanto esse período não chega, o fixo do Pato relembra algumas passagens marcantes ao longo desse vasto espaço de tempo peregrinando pelas quadras mundo à fora. Uma, que dificilmente vai se repetir, aconteceu na Espanha.

“É raro acontecer de um beque marcar 5 gols. Jogava no Lobelle-Santiago e fiz 5 gols contra o Cartagena”, relembra o jogador nascido em Florianópolis, capital de Santa Catarina. Experiente, o jogador entende que por mais que tenha evoluído o futsal no Brasil, há muita margem para crescimento. É nesse horizonte que enxerga o futuro de sua contribuição.

“Nosso esporte precisa de mais visibilidade e, entrando alguns times de camisa, acho que cresceríamos demais em termos de exposição e reconhecimento”, afirma. Para saber o que Ciço pensa dentro e fora do futsal, leia a entrevista abaixo, onde revela algumas de suas preferências.

Crédito: Mauricio Moreira - Ciço vai defender o Pato nessa temporada

Curiosidades do Ciço

Cidade que nasceu: Florianópolis/SC


Lugar mais bonito que visitou: Minha própria cidade, por ser turística e é realmente muito linda, com 42 praias. Outro lugar é Capitólio-MG, lugar maravilhoso. Aqui no Brasil temos lugares lindos demais. Também me marcou porque foi a primeira viagem do meu filho mais novo.


Estilo de música favorita: Pagode, porque sempre escutei desde pequeno e com minha família, nas festas, escutávamos só pagode.


Cantor favorito: Belo, porque quando ainda morava em Floripa eu conheci o grupo que ele cantava. Já a banda favorita é o Sorriso Maroto, sem dúvida os melhores, ainda mais depois, que em 2008 a festa do Mundial fomos ao show deles.


Comida favorita: Pastelão da minha mãe, algo que só ela consegue fazer. Para você ter uma ideia de como é bom, em festa de família, todos pedem para ela fazer (risos). E pizza, porque eu comia muito na Espanha.


Restaurante favorito: Chico Toicinho, de Florianópolis. Tem a melhor pizza que já comi. Único defeito é não ser de rodízio.


O que faz no tempo livre: Estudo atualmente na faculdade, o curso de Processos Gerencias. Faço também um curso de coaching. Leio livros desde jovem pois minha mãe me dava alguns voltado para o esporte. Agora tiro leite na fazenda do meu sogro (risos). Realizei o sonho do meu filho mais novo.


Jogo para esquecer: Tenho vários, mas a final que perdemos em 2014 para o Magnus, quando poderíamos ter sidos os únicos tricampeões seguidos da história da LNF.

Título mais importante que conquistou: Mundial com a Seleção em 2008. Título maior da modalidade, então por si só ele se define.


Ídolo no esporte: Michael Jordan pois cresci vendo alguns jogos dele na Band.


Ídolo no futsal: Manoel Tobias. Sempre o via competindo ao máximo, era completo demais, e meu maior orgulho foi na primeira convocatória ter dividido quarto com ele.


Sonhos de criança: Me tornar atleta profissional de futsal. Sempre joguei futsal, desde os 6 anos aprendi a amar esse esporte.


Sonho atual: Gerir uma equipe profissional de futsal em um grande clube. Nosso esporte precisa demais de visibilidade e entrando alguns times de camisa acho que cresceríamos demais em termos de exposição e reconhecimento.

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